Cada segundo se transforma em minutos, horas, dias e assim por diante, até que começamos a acumular memórias e experiências, bem como rugas e cabelos grisalhos. Não há como escapar da velhice; é simplesmente um número, mas o corpo e a mente se lembram mesmo assim.
Fotógrafo especializado em campanhas publicitárias, Tom Hussey realizou um projeto intitulado “Reflexões” e tenta justamente confrontar o “eu” do passado das pessoas contra o seu “eu” do presente.
Tudo começou quando Tom encontrou Gardner, um idoso veterano da Segunda Guerra Mundial, na época, ele estava prestes a completar 80 anos.
Naquele encontro, o idoso relatou a Tom que ainda se snetia jovem, e assim, ele levou Gardnet a um estúdio de fotografia e pousou em frente a um espelho para ver o seu próprio reflexo.
Uma agência de publicidade viu essas fotos e o contratou para fazer mais desse tipo como parte de uma campanha para um medicamento para Alzheimer, a empresa queria encontrar as pessoas certas que pudessem evocar as sensações e emoções associadas à passagem do tempo. , memória e doença.
Beleza e elegância andam sempre de mãos dadas.
Uma vida cheia de memórias.
A definição de beleza clássica.
Depois de tanto tempo trabalhando, só ficam as lembranças.
Conseguimos!
Paixão por tecidos
A primeira reunião.
Sempre ao serviço do seu país.
Sacrifício e bravura.
Agora os papéis estão invertidos.
O esporte sempre esteve e estará presente.
Uma viagem pela memória.
Um passeio como antigamente.
O passado sempre guarda coisas bonitas.
O café é composto por cafeína, diterpenos, trigonelina, melanoidinas, entre outros.
Agora imagina abrir os arquivos mais antigos do nosso planeta e dar de cara com…
Quem tem cachorro já se deparou com aquela cena encantadora: ao ouvir a voz do…
Pesquisadores fizeram uma descoberta surpreendente: existe um estado intermediário entre a vida e a morte.…
Muitos tutores notam que seus cães os seguem constantemente pela casa — seja até o…
O WhatsApp anunciou uma mudança significativa nesta segunda-feira (16): a partir de agora, a aba…
E se as luzes dos vaga-lumes se apagassem para sempre? Pode parecer exagero, mas não…
This website uses cookies.