Uma das histórias da vida real mais conhecidas é a de Hachiko, um cachorro japonês que ficava pacientemente do lado de fora da estação ferroviária todos os dias na espera do retorno de seu dono.
Essa história nos deixou uma lição: “Quem te ama de verdade, te procura e te espera”
Hachiko era um cão Akita Inu nascido em uma fazenda em 1923 e mais tarde adotado por Hidesaburo Ueno, professor de agricultura da Universidade de Tóquio. Os dois caíram em uma rotina diária: Ueno e Hachiko caminhavam juntos até a estação de trem de Shibuya, onde Ueno se despedia de Hachiko antes de embarcar no trem para o trabalho.
Certo dia, Hachiko, se sentou e esperou por Ueno. Os comerciantes locais sempre observavam o cão esperando pelo seu dono e muitas vezes lhe davam guloseimas e carinho, enquanto ele aguardava pelo seu amado dono.
Essa rotina continuou por vários anos até que um dia o professor nunca mais voltou do trabalho. Claro, Hachi não tinha ideia disso, então o fiel cão continuou esperando o retorno de seu dono. Todos os dias como um relógio, quando o trem aparecia, Hachi também, procurava por Ueno. A fidelidade de Hachi lhe rendeu o apelido de “o cão fiel”.
Apesar do fato de Hachiko ter vivido no século XX, sua vida e legado continuam a inspirar pessoas em todo o mundo. Muitos monumentos de Hachiko e um filme de Hachiko foram feitos em homenagem à extraordinária amizade humano-cachorro.
A história de amizade, devoção inabalável e admiração desenfreada de Hachiko nos leva a considerar o tipo de companheiros que esperamos ter ao longo de nossas vidas e como devemos tratar as criaturas que são capazes de expressar sentimentos profundos por nós.
Agora imagina abrir os arquivos mais antigos do nosso planeta e dar de cara com…
Quem tem cachorro já se deparou com aquela cena encantadora: ao ouvir a voz do…
Pesquisadores fizeram uma descoberta surpreendente: existe um estado intermediário entre a vida e a morte.…
Muitos tutores notam que seus cães os seguem constantemente pela casa — seja até o…
O WhatsApp anunciou uma mudança significativa nesta segunda-feira (16): a partir de agora, a aba…
E se as luzes dos vaga-lumes se apagassem para sempre? Pode parecer exagero, mas não…
This website uses cookies.